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Notícias

Após a Cerimónia de Assinatura dos Protocolos entre as escolas e a Mentora do Projeto CIEE - Clube de Inteligência Emocional na Escola – Aprender a Ser Feliz®, em 19 de Janeiro passado, a EB Comendador Ângelo Azevedo promoveu novo evento deste Projeto - as 1ªs Jornadas CIEE: Aprender a Ser Feliz.
Chegados ao fim de mais um ano lectivo teve lugar na Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo em São Roque – Oliveira de Azeméis – no passado dia 14 de Junho, as 1ªs Jornadas CIEE: Aprender a Ser Feliz, do Clube de Inteligência Emocional na Escola, um momento de reflexão e avaliação do trabalho desenvolvido no âmbito do Projeto assente no Programa MQ: Aprender a ser Feliz" da autoria da Professora Doutora Manuela Queirós (Registo 4693/2010 do IGAC).
Nestas Jornadas participaram alunos, pais e encarregados de educação, professores, direção do Projeto CIEE e psicólogos das escolas que, no corrente ano lectivo, aderiram ao Projeto Clube de Inteligência Emocional na Escola.
Após a receção às entidades e convidados foi inaugurada, no hall de entrada, uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos das várias escolas do Projeto CIEE, a qual foi visitada e apreciada por todos os presentes.
O momento seguinte, já no Anfiteatro da Escola, foi um Mantra cantado pelos alunos do Clube da escola anfitriã, instante mágico pela atmosfera de descontração que se produziu e que contagiou todos os presentes pelo espírito tranquilo e relaxante.

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O cineasta americano David Lynch esteve no Brasil para lançar seu livro "Em Águas Profundas" e falar da Fundação David Lynch, que estimula a meditação para diminuir a violência em escolas americanas.

Por que você David decidiu escrever sobre meditação?

Faço meditação há 35 anos, duas vezes ao dia, e posso dizer que todas as avenidas da vida melhoram, o estresse e a ansiedade vão embora. Todos os nossos sentidos sempre estão voltados para fora e nos acostumamos a procurar a felicidade fora. O mantra faz com que a consciência volte para dentro, onde há paz e um estado de felicidade pleno.

Por que ensinar meditação para as crianças na escola?

Diversas escolas nos EUA têm casos graves de violência e desordem. Alguns diretores que queriam reverter esse quadro ouviram falar de histórias positivas sobre a meditação transcendental e decidiram implementá-la nas salas de aula. Alunos e professores receberam durante um ano a meditação e tudo mudou: os alunos ficaram mais seguros de si, a violência caiu, as notas aumentaram, as crianças passaram a se concentrar mais. Então, decidi criar há três anos Fundação David Lynch para apoiar a prática.

De que maneira esse treino ajuda na criatividade?

Eu costumo dizer que é como pescar. O desejo atrai as ideias, como a isca atrai os peixes. Quão profundo esse anzol vai chegar depende do tamanho da consciência que você tem, e a meditação o ajuda a ampliar a consciência. Quanto mais profundo o anzol chegar, mais ideias você vai capturar.

* Marcia Bindo, Priscilla Santos, Vinícius De La Rocha e Yuri Vasconcelos

Nota: artigo publicado na página http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/educacao/conteudo_391596.shtml

Receita para a felicidade!

"O caminho para a felicidade passa por encontrar a paz interior dentro de nós e libertarmo-nos dos estados negativos e cobrirmo-nos de estados positivos". Como? "Com treino mental." É a conclusão da palestra "Ser feliz é possível usando a inteligência emocional", ministrada por Manuela Queirós, professora de educação física da Escola EB2/3 e responsável pelo Clube de Inteligência Emocional da mesma escola, cujas teses de mestrado e doutoramento versam exatamente sobre esta temática.

O evento reuniu vários professores, presidentes de conselhos executivos, pais de alunos, entre muitas outras pessoas que encheram o auditório dos Paços da Cultura, no passado dia 31 de Maio. Para além de mostrar que ser feliz é possível através do controlo das emoções, objetivo desta palestra era divulgar o Clube de Inteligência

Emocional, que funciona como um laboratório de emoções, onde os alunos desenvolvem a honestidade emocional e trabalham as emoções ao nível inter e intrapessoal. Os resultados, de acordo com Manuela Queirós, têm sido positivos, "de uma forma geral os alunos responderam que estão mais calmos nos exames e sossegados com os colegas". O clube está aberto aos alunos do 2º e 3º ciclos, mas apenas os do 2º se inscreveram.

O evento pontuou por diversos "momentos de felicidade" que proporcionou, como de música, declamações de poesia, dança e projeção de imagens. No final, a professora convidou os presentes a visitarem a exposição de pintura, patente na Biblioteca Municipal, dos professores de Educação Visual e Tecnológica da EB 2/3 - Isabel Jorge, Graça Reis, Margarida Andrade, Maria José Fonseca, Conceição Brandão, Clorinda Castro e Hugo Monteiro.

A inteligência emocional, explica a professora, "é a habilidade para perceber, compreender, usar e controlar as nossas emoções e as dos outros. Só com a razão podemos diminuir os estados emocionais negativos e aumentar os positivos, atingindo momentos de felicidade, quando se está em paz interior.

Prescrevendo Dalai Lama, a especialista acredita que o sentido da vida é a procura da felicidade e que esta, enquanto emoção básica, é apenas um momento. Como tal, de acordo com Manuela Queirós, cabe-nos a nós proporcionar o máximo de instantes capazes de causar qualquer forma de felicidade e apreciar o que já possuímos, para sermos o mais felizes possível.

Existem sete tipos de felicidade, segundo Paul Ekman: divertimento, espanto/admiração, fiero, alívio, prazeres sensitivos, calma/tranquilidade e excitação. As emoções básicas, com as quais já nascemos, são onze, desde o medo, a alegria, a raiva, a tristeza, o nojo, a surpresa, o desprezo, a satisfação, o embaraço e a vergonha até à felicidade. Estas servem para assegurar a nossa sobrevivência e bem-estar. As secundárias são aprendidas através da educação, como por exemplo o respeito.

Todas são demonstradas através de específicas expressões faciais e corporais. "O simples facto de colocar um sorriso no rosto conduz à felicidade, tal como franzir o olho à infelicidade", expôs a professora.

O cérebro e a felicidade

Nesta palestra, o público viajou pelo mundo da neurociência e entre muitas coisas ficou a saber que "a experiência modifica o cérebro". "A neuroplasticidade é a capacidade dos neurónios crescerem ao longo da vida, mesmo em pessoas na casa dos 60 anos", explicou Manuela Queirós.

Diferentes partes do cérebro são responsáveis pelas diferentes funções de ativação e regulação emocional, tal como de avaliação do contexto dos acontecimentos. As pessoas com um maior nível de atividade na zona esquerda, desenvolvem mais estados emocionais positivos do que negativos, estes últimos relacionados com a parte direita do cérebro. Segundo Manuela Queirós, "para ativar os estados negativos não é preciso fazer esforço", porque estes são cerca de 84 mil.

De lembrar que, ser feliz também é saudável. Enquanto os estados emocionais positivos têm efeitos benéficos na saúde física e mental, os negativos afetam o sistema imunológico e causam depressão.

Jornal Labor 8 de Junho 2006 por MM

Alunos da EB2,3 melhoram resultados escolares depois de aprenderem a gerir emoções

Crianças que frequentaram o Clube de Inteligência Emocional da EB2,3 ficaram mais calmas e disciplinadas, aumentando o sucesso escolar

Uma investigação demonstrou que um conjunto de alunos da Escola EB2,3 de S. João da Madeira melhorou o comportamento e o sucesso escolar depois de frequentar o Clube de Inteligência Emocional, um projeto desenvolvido pela professora Manuela Queirós entre 2005 e 2007.

Isabel Ramos provou que os 35 alunos que participaram no clube melhoraram o comportamento na relação com os colegas e professores, tornando-se menos agressivos e indisciplinados, com repercussões na melhoria do sucesso escolar. A investigadora esteve na EB2,3 no âmbito de um mestrado em Ativação do Desenvolvimento Psicológico, ministrado pela Universidade de Aveiro. A dissertação que daí desenvolveu teve como objetivo medir a eficácia do treino de competências de inteligência emocional no clube de Manuela Queirós.

Criado no ano lectivo de 2004/05, o Clube de Inteligência Emocional era frequentado por alunos do 5.º e 6.º ano, com idades entre os 10 e os 12 anos. Em 90 minutos semanais, as crianças eram motivadas a falar sobre as suas emoções, aprendendo a identificá-las e geri-las. Faziam também exercícios de meditação e relaxamento para ganharem consciência sobre o seu corpo.

Manuela Queirós, obrigada a interromper o projeto por razões de saúde, lembra o êxito do programa e a forma como alunos "mais indisciplinados" batiam à sua porta dizendo "ouvi dizer que aqui se aprendia a ser feliz". Regressada ao trabalho há semanas, a professora já se cruzou com algumas ex-alunas que lhe perguntaram imediatamente quando reativaria o clube.

"Os resultados também me espantaram", confessa Manuela Queirós. "Quando dizia que tinha um aluno hiperativo sentado calmamente durante 90 minutos, ninguém acreditava". Registos em vídeo recolhidos por Isabel Ramos para a sua dissertação mostram alunos que reconhecem os benefícios do treino. A maioria refere que está mais calma, nomeadamente na véspera e durante a elaboração de testes, e muitos reclamam o mesmo tipo de experiência para os professores e até para os pais. "Aprendi essencialmente que alunos destas idades já demonstram uma grande maturidade ao nível emocional", refere a professora Manuela.

Aprender a gostar de nós

Manuela Queirós é professora de Educação Física mas nos últimos anos decidiu dedicar-se ao estudo da mente e das emoções. Em 2000 completou um mestrado em Ativação do Desenvolvimento Psicológico, com uma dissertação sobre a "Inteligência Emocional e Sociocultural à Luz dos Modelos de Análise de Roberto Lira Miranda e Marcel Lesne". Nesse momento, foi pioneira em Portugal a estudar a inteligência emocional. Em 2004, doutorou-se em Didáticas Especiais com a acreditação do grau de Doutor Europeu pela Universidade de Vigo. A tese intitulava-se "A Inteligência Emocional Percebida, Ajuste Emocional e Atividade Física na Terceira Idade".

Desde então, desenvolveu o seu próprio programa de desenvolvimento da inteligência emocional, já frequentado por algumas dezenas de adultos. O treino dura seis meses e trabalha o desenvolvimento das habilidades emocionais básicas, a risoterapia, técnicas de relaxamento, exercícios respiratórios, exercícios de equilíbrio e registo diário do treino de competências.

Em artigos escritos nos jornais locais, frequentadores do programa de Manuela Queirós já assumiram publicamente os benefícios de trabalhar a inteligência emocional. "Sabem o que modificou em mim?", pergunta Dina Silvério. "Redescobri o quanto é bom rir, cantar, meditar, sentir, partilhar, escutar, olhar (-me), viver cada dia como se fosse o último". Depois de perder 40 Kgs, Maria João Paixão chegou finalmente ao oitavo jantar - a cada cinco quilos que perdia, Maria fazia um jantar - e registou o momento nas páginas do labor "Olho para o espelho todos os dias, sorrio e gosto do que vejo. Aprendi (…) que sou a pessoa mais importante do Mundo e acima de tudo, aprendi a gostar de mim…".

Inteligência emocional nas escolas

Isabel Ramos recomendou no fim da sua tese que as vantagens do desenvolvimento da inteligência emocional fossem divulgadas junto de escolas, autarquias e centros de formação de professores. Manuela Queirós acredita que esse tempo há de chegar, mas o processo é lento. "A inteligência emocional vai ter que entrar nas escolas. Em adultos não sofríamos tanto se nas escolas aprendêssemos a lidar com as nossas emoções", afirma.

A necessidade de recorrer a este tipo de formação é, para a professora, um "sinal de evolução" mas também uma consequência dos tempos. "O tipo de vida que levamos alastra a depressão. Chega a pais, professores, jovens e está a chegar às crianças", lamenta. "A solução está dentro de nós. É preciso procurar. São ferramentas que não custam dinheiro e podemos usá-las sozinhos, sem a ajuda de ninguém".

Jornal Labor 28 de Janeiro de 2010 por Anabela S. Carvalho

Alunos vão ser ensinados a gerir emoções

Todas as escolas públicas de S. João da Madeira vão ter aulas de educação emocional. Em espaços de 90 minutos semanais, os alunos vão aprender a gerir as emoções próprias e a lidar com as dos outros.

O projeto “Inteligência Emocional nas Escolas” arranca este ano em 16 escolas de S. João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Vila Nova de Gaia e Vagos, depois de uma primeira experiência entre 2005 e 2007 na EB2,3 de S. João da Madeira. Desenvolvida pela professora Manuela Queirós, a experiência assumiu a forma de clube e melhorou o comportamento e sucesso escolar dos alunos que participaram nele, com o demonstrou uma investigação de Isabel Ramos no âmbito de um mestrado em Ativação do Desenvolvimento Psicológico, ministrado pela Universidade de Aveiro.

O programa será agora desenvolvido em outras escolas com o objetivo de treinar habilidades como a atenção e perceção emocional, a compreensão emocional e a regulação emocional. No fim, espera-se que ajude a diminuir comportamentos e atitudes de risco e combater a indisciplina, a agressividade e a desmotivação, como explicou Manuela Queirós durante as jornadas de educação que decorreram esta semana, em S. João da Madeira.

O “MQ – Aprender a ser feliz” pode ser implementado como um clube ou no âmbito da Área de Projeto. O foco principal é a auto-regulação emocional através de técnicas de meditação e relaxamento, assim como risoterapia.

A mentora do programa Manuela Queirós acredita que esta metodologia fortalece a concentração e a memória, melhora o rendimento de tarefas e aumenta a capacidade de empatia, além de ajudar o aluno a obter paz e tranquilidade. A risoterapia, por sua vez, ao mesmo tempo que promove a alegria, desenvolve a autoestima e a autonomia, cria mais resistência ao stress e à ansiedade, desenvolve a criatividade e as relações de confiança.

As sessões começam habitualmente com um exercício de meditação e acabam com outro de prática de gratidão. “Não sendo panaceia para todos os males, este clube é uma mais-valia dentro de uma escola”, corroborou o diretor da Escola EB2,3 de S. João da Madeira. “Pode ajudar alunos e professores a compreender melhor o que está por trás da agressividade, da falta de estudo, concentração e motivação”, acrescentou. Aníbal Almeida acredita que se vive na “ditadura da razão”, gerida por um pensamento positivista em que a racionalidade é que comanda a vida, quando “muito do que somos e nos determina é a parte emocional que comanda”. “Este clube pode ajudar os alunos a conhecer os problemas que os afeta”, afirmou.

O projeto “Inteligência Emocional nas Escolas” será avaliado por uma entidade externa. Mediante os resultados, poderá ser proposto o seu alargamento e generalização a todas as escolas do país.

 

Jornal Labor 9 de Setembro de 2010 por Anabela S. Carvalho

diario aveirocorreio azemeis

A Câmara de Oliveira de Azeméis assinou no dia 18 de Outubro de 2011 um protocolo de colaboração com o Clube de Inteligência Emocional na Escola (CIEE). Este projeto tem por objetivos a promoção de estilos de vida saudáveis nas crianças e resulta da política de parcerias da Autarquia. Este protocolo com o Clube de Inteligência Emocional na Escola permite o desenvolvimento do Projeto “Aprender a ser Feliz” que está a ser dinamizado em 4 IPSS do concelho de Oliveira de Azeméis, designadamente, o Centro de Apoio Familiar Pinto de Carvalho, a Santa Casa da Misericórdia de OAZ, o Patronato Santo António do Pinheiro da Bemposta e a Obra Social de São Martinho da Gândara. De acordo com Manuela Queirós, mentora e coordenadora do projeto, este “é um projeto inovador em Portugal. Tem por objetivo promover a inteligência emocional através da educação e desenvolvimento de competências emocionais e, assim, munir os alunos de ferramentas que lhes permitam viver de uma forma mais saudável, mais alegre e mais feliz, diminuindo os comportamentos de risco e contribuindo para melhores resultados na escola, na vida familiar e em sociedade. Pretende-se que este trabalho se alargue ao maior número de escolas portuguesas, e que o Clube de Inteligência Emocional chegue a alunos de diversos níveis de ensino público e privado, e que, a pouco e pouco, se torne um projeto a nível nacional”. Manuela Queirós reforça que, «as crianças com maior índice emocional estão menos sujeitas a comportamentos de risco e a conseguir melhores resultados escolares». Segundo Hermínio Loureiro «a política da Câmara de Oliveira de Azeméis é atuar preventivamente e quando trabalhamos para reduzir os riscos e os comportamentos desviantes isso significa que estamos no bom caminho».

O autarca lembrou que «sozinhos não conseguimos resolver os problemas» mas «se envolvermos os pais e os professores e trabalharmos com o mesmo objetivo sentiremos, no final, que valeu a pena o esforço».

Nos próximos dias 10, 11 e 17, 18 de Dezembro de 2011 vai realizar-se o curso intensivo de desenvolvimento da inteligência emocional na infância e na adolescência com o objetivo de alargar a bolsa de psicólogos que integram o Projeto CIEE (Clube de Inteligência Emocional na Escola - Aprender a Ser Feliz). Necessitamos de psicólogos preferencialmente para os distritos de Braga, Aveiro e Coimbra.

O propósito do Projeto CIEE é criar, no maior número de escolas portuguesas, o Clube de Inteligência Emocional na Escola - Aprender a Ser Feliz, abrangendo alunos de todos os níveis de ensino público e privado, pretendendo, a pouco e pouco, tornar-se um projeto a nível nacional.

Este curso está também aberto a professores, educadores de infância e assistentes sociais.

Mais informações sobre o curso AQUI.

Mais informações sobre o Projeto CIEE:

Site: http://www.inteligenciaemocionalnaescola.org

Blogue: http://clube-inteligencia-emocional.blogspot.com/

Facebook: https://www.facebook.com/ClubeIE

Quando uma pessoa se conhece e aprende a conhecer as suas emoções, lidando com elas de forma saudável e fluida, quando aprende a relaxar contornando fatores de stress, quando aprende a mandar no seu corpo e a gerir o seu desempenho de forma a ser mais proficiente, atinge-se um bem-estar que permite viver a vida integralmente e com ótimos resultados.

Clube de Inteligência Emocional

 

O Clube de Inteligência Emocional na Escola foi referido pela CONFAP como exemplo de uma boa prática, no programa Prós e Contras (RTP1) do dia 13 de Junho 2011 sobre a Adolescência.